Poderia até passar noites acordada a tentar explicar o quanto importante te tornas-te. Mas não iria conseguir. És a definição de felicidade e a mesma não tem forma de ser explicada. Eras o mundo, aquele que a cada minuto que passava eu sonhava. Suspirava por ti, e vivia por nós. Na realidade nem passou de uma ilusão, para recemente agora no fim ser uma desilusão. Infelizmente não pude optar de no início não me apaixonar por ti. Eras o destino, aquele a quem eu queria pertencer eternamente, até que a morte nos separasse. Foram promessas e juras em vão. Foram sonhos por realizar. E planos caídos. Cada dia ficava mais apaixonada por ti. Havia certos momentos e barreiras que o meu ser pensava que iria morrer, só porque tu não estavas presente. Agora voltar é talvez impossível, por todos os motivos. Até pelo sentimento. O teu mudou, agora há odio. Sim, todo aquele amor que dizias existir entre os nossos corpos para ti é ódio. Mas como? Como és capaz de o demonstrar sem te nascer a lágrima no canto do olho, sem o aperto no coração. Perder-te é tão doloroso, depressa o mundo desaba. O que será daqui para a frente? Sem nós. Sem todas as provas de amor de ambos. Espero que a última opcção não seja morrer. Isso implicaria ficar sem ti, eternamente mesmo.
